Existem muitas tarefas que gosto de fazer na rádio , a reportagem é uma delas. Gosto porque adoro contar histórias, conversar com as pessoas , participar nas actividades e estar por dentro das coisas.
Ao longo do tempo tenho aprendido muitas coisas , conhecido muita gente e principalmente tenho-me divertido muito com as situações das reportagens.
Quem me ouve diz que sou natural , espontâneo , verdadeiro e que vivo mesmo as coisas... se que isso acontece fico contente, porque consegui partilhar o que sou com os ouvintes .
Desde Outubro que nesta nova programação da Rádio Sines , que ás sextas feiras depois das 3 da tarde, parto por aí á procura de factos, acontecimentos, gentes e histórias para viver e contar.
Está desde já convidado para viver comigo estas aventuras ás sextas feiras na Rádio Sines95.9 FM depois das 3 da tarde.
www.radiosines.com
terça-feira, 5 de Janeiro de 2010
quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009
Mensagem de Ano Novo!
segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009
Rádio. Afinal quem a ouve??

Existe um grupo de interesses que está empenhado em deitar abaixo o meio rádio e infelizmente nalguns casos têm conseguido convencer as pessoas , nomeadamente os decisores da distribuição da publicidade.A conversa é a de sempre ... a rádio está a perder ouvintes , que já ninguém ouve e liga á rádio...Há quem diga que, as pessoas apenas querem ouvir as noticias e a musica ...No meio das minhas certezas , tenho muitas duvidas.Uma coisa é certa o consumo de rádio mudou muito nos últimos anos , a rádio tem um publico maioritáriamente composto por homens , e os ouvintes pertencem ás classes médias e fazem parte da população activa , pelo menos estes são dados que aparecem nos estudos de mercado.As donas de casa e as pessoas com mais de 55 anos há muito que se mudaram para a televisão .Face a isso as rádios mudaram muito nestes últimos anos , mudaram os conceitos , os formatos , as forma de interacção com os ouvintes , aumentaram a proximidade.Há quem diga que as rádios não passam musica portuguesa , que passam sempre as mesmas musicas ...aí é importante dizer que nem todas são iguais.O que verdadeiramente me preocupa é se as rádios abandonam os ouvintes , nesse caso , naturalmente os ouvintes também irão abandonar a rádio.Quando se coloca qualquer coisa no ar , quando se faz rádio com o sentido de obrigação e não com alegria e uma vontade verdadeira, é concerteza abandonar os ouvintes,esta é uma realidade que a todos os que fazem rádio deve preocupar.
quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009
Monopólio
E como isto não é um jogo de Monopólio, tem que haver dinheiro a circular”. O desabafo é de Martim Avillez Figueiredo, administrador da Sojormedia Capital e director do I, e pretende ilustrar, sobretudo, as dificuldades com que se depara um projecto quando chega ao mercado nacional e se confronta com o famoso “sem números, não há investimento”. A decisão é perfeitamente defensável, tendo em conta que é preciso arranjar racionais que justifiquem a compra de espaço publicitário, mas se não há investimento sem números corre-se o risco de, como alerta o director do I, um dia, quando se quiser investir, o novo projecto já não estar lá.Mas a frase inicial refere-se também ao esmagamento dos famosos preços de tabela e ao facto dos descontos serem cada vez maiores. Compra-se mais com menos dinheiro, o que à partida é um óptimo negócio para as empresas, mas o problema, se invertermos a perspectiva, é que os media vendem mais mas recebem menos dinheiro. Ou seja, não diminuem os custos com papel, não reduzem os custos de impressão, se quiserem manter o nível de qualidade os cortes nas redacções também terão que ser residuais, mas a receita é menor. E se é evidente que com as margens dos negócios de terceiros ninguém tem que ficar preocupado, é igualmente verdade que a publicidade tem como objectivo último a venda de produtos e serviços, pelo que quando perdem uns, a prazo podem estar todos a deixar de ganhar.
Um artigo de opinião escrito por Carla Borges Ferreira e publicado no jornal Meios e Publicidade.
Um artigo de opinião escrito por Carla Borges Ferreira e publicado no jornal Meios e Publicidade.
domingo, 22 de Novembro de 2009
Governo PS pressiona jornal Sol!

Entrevista: José António Saraiva
"Não falimos por um milagre”José António Saraiva, director do semanário ‘Sol’, revela ao CM que o Governo o pressionou para não publicar notícias do Freeport e que depois passou aos investidores.
Correio da Manhã – O ‘Sol’ foi coagido pelo Governo para não publicar notícias do Freeport?
José António Saraiva – Recebemos dois telefonemas, por parte de pessoas próximas do primeiro-ministro, dizendo que se não publicássemos notícias sobre o Freeport os nossos problemas se resolviam.
– Que problemas?
– Estávamos em ruptura de tesouraria, e o BCP, que era nosso sócio, já tinha dito que não metia lá mais um tostão. Estávamos em risco de não pagar ordenados. Mas dissemos que não, e publicámos as notícias do Freeport. Efectivamente uma linha de crédito que tínhamos no BCP foi interrompida.
– Depois houve mais alguma pressão política?
– Sim. Entretanto tivemos propostas de investimentos angolanos, e quando tentámos que tudo se resolvesse, o BCP levantou problemas.
– Travou o negócio?
– Quando os angolanos fizeram uma proposta, dificultaram. Inclusive perguntaram o que é que nós quatro – eu, José António Lima, Mário Ramirez e Vítor Rainho – queríamos pa-ra deixar a direcção. E é quando a nossa advogada, Paula Teixeira da Cruz, ameaça fazer uma queixa à CMVM, porque achava que já havia uma pressão por parte do banco que era totalmente ilegítima.
– E as pressões acabaram?
– Não. Aí eles passaram a fazer pressão ao outro sócio, que era o José Paulo Fernandes. E ainda ao Joaquim Coimbra. Não falimos por um milagre. E, finalmente, quando os angolanos fizeram uma proposta irrecusável e encostaram o BCP à parede, eles desistiram.
– Foi um processo longo...
– Foi um processo que se prolongou por três ou quatro meses. O BCP, quase ironicamente, perguntava: "Então como é que tiveram dinheiro para pagar os salários?" Eles quase que tinham vontade que entrássemos em ruptura financeira. Na altura quem tinha o dossiê do ‘Sol’ era o Armando Vara, e nós tínhamos a noção de que ele estava em contacto com o primeiro-ministro. Portanto, eram ordens directas.
– Do primeiro-ministro?
– Não temos dúvida. Aliás, neste processo ‘Face Oculta’ deve haver conversas entre alguns dos nossos sócios, designadamente entre Joaquim Coimbra e Armando Vara.
– Houve então uma tentativa de ataque à liberdade de imprensa?
– Houve uma tentativa óbvia de estrangulamento financeiro. Repare--se que a Controlinveste tem uma grande dívida do BCP, e portanto aí o controlo é fácil. À TVI sabemos o que aconteceu e ao ‘Diário Económico’ quando foi comprado pela Ongoing – houve uma mudança de orientação. Há de facto uma estratégia do Governo no sentido de condicionar a informação. Já não é especulação, é puramente objectiva. E no processo ‘Face Oculta’, tanto quanto sabemos, as conversas entre o engº Sócrates e Vara são bastante elucidativas sobre disso.
– Os partidos já reagiram e a ERC vai ter de se pronunciar. Qual é a sua posição?
– Estou disponível para colaborar.
Entrevista publicada no jornal Correio da Manha dia 22 de Novembro de 2009
Mais música portuguesa....

A música portuguesa na rádio é algo polémico , mas existe muito por dizer...
Uma das minhas questões prende-se com o facto de termos que passar uma significativa percentagem de música portuguesa com menos de 12 meses e depois essa música não nos chega.
As editoras não nos enviam música portuguesa,fico mesmo a pensar que nem estas, nem os artistas não ligam ás rádios locais.São pequenas e não interessam nada...
Por outro lado apesar do numero grande de artistas que existem , porque as rádios nacionais passam pouco mais de meia dúzia(excluíndo a Antena1)?
Eu sou defensor da música e da nossa cultura...prefiro sempre produtos e marcas nacionais, mas ás vezes fico desiludido com a pouca aposta que fazemos nas nossas coisas e no que é nacional.
domingo, 8 de Novembro de 2009
Redes sociais prejudicam empresas!
Noticia da agenciafinanceira.iol.pt
As redes sociais não estão a ajudar as empresas a atravessar esta crise. Pelo contrário. Um estudo encomendado pela empresa de informática Morse, revela que, por ano, as empresas do Reino Unido perdem 1,4 mil milhões de libras (1,56 mil milhões de euros) devido à utilização destas redes durante o horário de trabalho.
O estudo abrangeu 1.460 funcionários de escritórios, e mostra que mais de metade dos entrevistados admitiu usar sites de relacionamento, como o Twitter ou o Facebook, durante o trabalho, por razões pessoais. Em média, cada trabalhador passa mais de 40 minutos por semana nestas redes sociais, tempo que é retirado directamente ao horário laboral, prejudicando a produtividade nas empresas.
São por isso cada vez mais as empresas que estão a proibir o acesso a este tipo de sites. No entanto, e por não existir uma estratégia concertada, muitas empresas proíbem o acesso a algumas redes sociais, mas mantêm outras desbloqueadas, como é o caso do Twitter. «Sem directrizes e regras de uso, as empresas estão vulneráveis a reduções na produtividade, danos à marca e riscos de segurança», alertou o analista Philip Wicks, da Morse.
As redes sociais não estão a ajudar as empresas a atravessar esta crise. Pelo contrário. Um estudo encomendado pela empresa de informática Morse, revela que, por ano, as empresas do Reino Unido perdem 1,4 mil milhões de libras (1,56 mil milhões de euros) devido à utilização destas redes durante o horário de trabalho.
O estudo abrangeu 1.460 funcionários de escritórios, e mostra que mais de metade dos entrevistados admitiu usar sites de relacionamento, como o Twitter ou o Facebook, durante o trabalho, por razões pessoais. Em média, cada trabalhador passa mais de 40 minutos por semana nestas redes sociais, tempo que é retirado directamente ao horário laboral, prejudicando a produtividade nas empresas.
São por isso cada vez mais as empresas que estão a proibir o acesso a este tipo de sites. No entanto, e por não existir uma estratégia concertada, muitas empresas proíbem o acesso a algumas redes sociais, mas mantêm outras desbloqueadas, como é o caso do Twitter. «Sem directrizes e regras de uso, as empresas estão vulneráveis a reduções na produtividade, danos à marca e riscos de segurança», alertou o analista Philip Wicks, da Morse.
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